Quarta-feira, 1 de Março de 2006
Os casos de Neca, um êxito em Guimarães, e de Fajardo, que na vitória da Naval no Restelo fez duas assistências para golo, são exemplos da errada política de aproveitamento do talento que o Belenenses tem seguido desde a saída de Marinho Peres, um verdadeiro mestre em maximização de recursos.
E Rolando e Ruben Amorim só deixaram o banco porque saiu Carvalhal e entrou Couceiro, ficando por saber se Eliseu, emprestado ao Varzim, e Gonçalo Brandão, “exilado” em Inglaterra, não perderam já o comboio da primeira linha.
Mas como nem tudo o que é novidade é bom, ou José Couceiro recupera o “velho” Marco Aurélio ou lá desce o “Belém” à Liga de Honra.
