Quinta-feira, 14 de Julho de 2005

Adicione como fonte preferencial no Google

Tinha nome de futebolista o bombeiro que perdeu a vida, aos 34 anos, ao serviço de todos nós. Chamava-se Paulo Jorge, era solteiro e não deixa pais ou irmãos para o chorar na hora do último adeus. Ou seja, só não será rapidamente esquecido porque os Voluntários de Pampilhosa da Serra não o consentirão.

Ontem, apelidei aqui de heróis os ciclistas que escalam montanhas a pique no Tour. Fiz mal. Fico agora sem adjectivo para classificar este mártir caído em combate por uma comunidade egoísta que não o merece.

Deixe o seu comentário
Assinatura Digital Record Premium

Para si, toda a
informação exclusiva
sempre acessível

A primeira página do Record e o acesso ao ePaper do jornal.

Aceder

Pub

Publicidade