Quinta-feira, 15 de Setembro de 2005
Quando, aos 7 minutos, Miccoli atirou, com um fabuloso remate sem preparação, a bola à barra, o carimbo ficou na ourela: é um jogador acima da média. E mereceu, com o golo no tempo de descontos, o momento de glória. Logo conquistado com aquele que não é, não pode ser, o seu maior trunfo: a capacidade de marcar de cabeça.
Perdida a esperança na habilidade natural de João Pereira, assassinada por Trap, o Benfica encontra enfim, no corpo miúdo do italiano, o digno sucessor do mágico cujo talento a Luz nunca esqueceu: Fernando Chalana. Há outro "pequeno genial" no Benfica. E já não era sem tempo.
