Quinta-feira, 26 de Janeiro de 2006
Deve ser terrível jogar debaixo de neve uma final internacional, como fez, em Tóquio, o FC Porto. Deve ser terrível correr uma maratona sob um sol arrasador, como tantas vezes sucedeu com Carlos Lopes. Deve ser terrível atravessar a nado o Canal da Mancha, como aconteceu com Baptista Pereira. Deve ser terrível ganhar uma etapa nos Alpes e, pior ainda, com uma perna esfolada e um “braço ao peito”, proeza que Joaquim Agostinho assinou.
Mas só Deus saberá a “máquina” que criou para ser capaz de disputar, durante cinco horas!, um jogo de ténis ao mais alto nível, como ontem fizeram, na Austrália, o alemão Kiefer e o francês Grosjean. Só de ver, doeu. Juro que doeu.
