Quinta-feira, 8 de Setembro de 2005

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Centros mal medidos, passes transviados e muitos remates de meia distância que nem sequer acertaram com a baliza russa marcaram, em Moscovo, um jogo em que a nossa selecção se limitou a controlar os acontecimentos. Empatou-se e já deu para o petróleo.

Mas dois jogadores merecem um aceno especial. Um é Ricardo, que não tremeu nos momentos decisivos e ganhou a batalha travada consigo próprio. O outro chama-se Cristiano Ronaldo e exibiu um profissionalismo que é exemplo para todos os que cedem à mínima contrariedade.

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