Quinta-feira, 9 de Março de 2006
Ontem escrevi aqui que, face ao poder financeiro do futebol inglês, traduzido na qualidade do plantel dos seus clubes e ao enorme esforço que o Benfica tem feito para sair da crise, a sua qualificação seria um milagre.
Depois de ver a exibição personalizada de Liverpool e de olhar o marcador final vou rectificar: milagre teria sido o dos ingleses se vergassem uma equipa tão profissional, tão coesa, tão eficaz, tão moralizada e com tanto sentido da oportunidade histórica que tinha pela frente.
O Benfica de ontem foi o da gesta de 60 e agora a final é, tem de ser, o objectivo. Ou se preferirem: ninguém pára o Benfica. Este, pelo menos, só pára em Paris.
