Sábado, 11 de Fevereiro de 2006
Desta vez, a moedinha da sorte de Mourinho não valeu a Drogba, que ao falhar o primeiro penálti abriu caminho para a derrota da Costa do Marfim na final da CAN.
Mas desde o dia em que Aldrin e Armstrong espetaram no solo lunar a bandeira dos EUA, confeccionada por uma costureira portuguesa, ficou clara a nossa vocação para não desistirmos facilmente de participar nas proezas alheias.
Foi o que aconteceu ontem, no Egipto, onde a equipa anfitriã venceu a CAN tendo ao seu serviço 9 jogadores treinados por Manuel José e 6 por Manuel Cajuda – 15 nos 22! O seu contributo para a vitória vale bem como uma bandeira cosida à mão. De Portugal, desta vez.
