Sábado, 15 de Outubro de 2005
Já não há mais paciência para ler ou ouvir falar da quimérica CRIL, cuja construção o eng. Ferreira do Amaral prometeu acabar em 1995, ano em que Cavaco Silva deixou o Governo, e que ainda hoje anda para aí em bolandas, enredada na teia da burocracia dos pareceres e contra-pareceres que poder algum consegue ultrapassar.
Agora, a CRIL voltou a ser notícia e, como de vezes anteriores, uma espécie de não-notícia, ou seja, voltou ao ponto zero, para que a Estradas de Portugal invente uma solução que permita preservar o Aqueduto das Águas Livres.
Como é que ainda há 5,5 milhões de crentes a votar é que eu não percebo.
