Sábado, 17 de Dezembro de 2005

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Gosto do modo de apitar de Paulo Paraty, que tem o grande mérito de deixar o jogo fluir, sem intervenções exageradas, tantas vezes sinal de necessidade de afirmação.

Mas Paraty escusava de levar tão longe esse seu estilo contemporizador, como fez ontem na Figueira, quando deixou sem castigo, perto do final, duas ou três agressões claras a jogadores dos leões. É que nem o amarelo exibiu.

Dir-me-ão que o resultado estava feito e o jogo quase a acabar, que não valia a pena.

Se calhar não, nem sei se ainda se vai a tempo. As bancadas estão quase vazias e até os debates da malvada da política já têm mais audiências do que o futebol.

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