Sábado, 18 de Fevereiro de 2006

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Sou fiel ao princípio que manda nunca regressar ao local onde se foi feliz. E por isso jamais voltarei ao “24 Horas”, nem como visita, pois quem lá ficou não vive do passado, nem precisa de tutelas, e eu posso preservar a imagem que guardo dos companheiros e de tudo o que me deram – em esforço, talento e solidariedade.

Esta semana, precisamente três anos depois de ter saído do “24”, senti, por uma vez, o desejo de lá estar. E por uma única razão: a de poder sublinhar aquilo que o Pedro Tadeu e o Pedro Jorge Castro não deixarão de ter dito – que não sentimos medo, que podem vir, que não nos calarão. Temos consciência e mãos limpas, sr. procurador.

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