Sábado, 22 de Outubro de 2005

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As autoridades sanitárias garantem que os fluxos das aves migratórias estão a ser monitorizados, ou seja, se houver um pato romeno que páre para se aliviar num quintal saloio, plantado de alfaces, logo uma luzinha vermelha se acende na secretária do director-geral de Saúde e o animal é abatido pela Internet. E, se fugir antes do tiro, a horta, o proprietário e a família são postos de quarentena. Pois.

Pois a mim o que me preocupa é a notícia de que só em 2006 teremos vacina contra a pandemia. Se neste cair da folha o vírus aparecer por aí, estamos indefesos como bebés. O pânico é tal que até os guarda-redes vão deixar de dar frangos.

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