Sexta-feira, 19 de Agosto de 2005
O atendimento na famosa Fábrica dos Pastéis de Belém continua caótico. Muita clientela, muito turista, muito calor e muitos encontrões.
É a via-sacra que cumpro há vários anos na romagem periódica de culto a um dos doces mais fantásticos – e “perigosos” – do Mundo.
E não percebo como tem sido possível, num país onde nem todos se vendem mas tudo se compra, manter em segredo uma fórmula que ninguém consegue copiar.
Fórmula que também não descobre o vizinho Belenenses, que nunca ganha em Alvalade. E logo, ou Carvalhal leva a receita secreta ou os leões voltam a ter pastéis à mesa.
