Terça-feira, 14 de Fevereiro de 2006

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Tal como não gostei de ver Quim afastado por Koeman da baliza do Benfica sem ter feito nada que comprometesse a equipa, também não achei graça nenhuma à substituição de Marco Aurélio por Pedro Alves, à ordem de José Couceiro – e logo num jogo contra o FC Porto, que podia ter “assassinado” o novo titular das redes azuis. Afinal, em Guimarães, mesmo mal batido num dos golos, o guardião brasileiro havia feito duas ou três defesas que garantiram o empate. Mas tudo tem de se enfrentar com realismo e coragem. Nada é eterno e Marco Aurélio tem ainda toda uma vida para ser feliz.

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