Opinião

Paulo Costa Diretor executivo da Liga Portugal

Violência: atacar as suas raízes

As recentes imagens de violentas agressões entre adeptos num estádio deste país – omito nomes e locais de problemas comuns entre emblemas, faixas etárias e regiões – têm de nos fazer pensar. Por muitas campanhas de sensibilização que se façam, as mentalidades não mudam da noite para o dia. E porque sendo o futebol a maior das mais transversais atividades do País, a competência e responsabilidade nessa matéria deve ser diametralmente assumida por todas as entidades, nomeadamente ao nível do serviço público.

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