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Final da Taça: Glória aos vencedores e honra aos vencidos

O já habitual cenário, que é o palco do Estádio Nacional (Jamor), das finais da Prova Rainha do futebol português, a Taça de Portugal, assistiu a 28 de Maio de 2017 à sua 77.ª final, tendo-se defrontado o Vitória Sport Clube, da cidade de Guimarães, que é o Berço de Portugal, fundado em 22 de Setembro de 1922, e o Sport Lisboa e Benfica, recentemente acabado de se sagrar campeão da Liga NOS, tendo conquistando assim pela primeira vez, no seu historial de 113 anos, o Tetra, e assim o seu 36.º título. Com o triunfo frente ao Vitória Sport Clube, na final da Taça de Portugal, amealhou a sua 11ª. dobradinha, (vencedor na mesma época do campeonato e taça de Portugal), depois deste feito ter acontecido nas épocas de 1942/43; 1954/55; 1956/57; 1963/64; 1968/69; 1971/72; 1980/81; 1982/83; 1986/87; 2013/14 e 2016/17.

Glória aos vencedores e honra aos vencidos, é o melhor título e o mais adequado e lógico para esta final digna de dois grandes emblemas do futebol português, que tiveram "fair-play". Houve um ou outro lance menos correcto, próprio das contingências do próprio calor do jogo, mas souberam respeitar-se mutuamente, perante uma enchente de público dos dois clubes, que encheram de cor e festividade. De assinalar o facto de ter sido um público extremamente correcto. De referir as seis presenças do clube do Vitória Sport Clube na final da Taça de Portugal: nas épocas de 1962/63, derrota com o Sporting CP, por 0-4; na época de 1975/76, derrota com o Boavista por 1-2; na época de 1997/98, derrota com o FC Porto por 0-1; na época de 2010/11, derrota de novo frente ao FC Porto por 2-6; na época de 2012/13, o seu ponto mais alto com a vitória nesta competição, sob o comando do técnico Rui Vitória, frente ao SL Benfica por 2-1, e hoje a sua sexta presença nesta final e derrota frente ao SL Benfica por 1-2, agora sobre o comando do seu ex-técnico, o mesmo Rui Vitória.

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Pelo desempenho, entrega total ao jogo e pelo profissionalismo dos jogadores comandados pelo técnico Pedro Martins, os jogadores do Vitória Sport Clube eram bem merecedores de uma outra taça. Um troféu, mesmo por mais pequeno que fosse, era um prémio justo.

Foi uma final correcta, que foi o mais importante e que registo com agrado.

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