O 35.º

A prova provada de que o treinador do Sporting, não enxerga lá muito bem no ofício que desempenha, é que estando ao comando de determinado mecanismo turbo, deita tudo a perder em pouco tempo. Depois o que fica é só fumaça e ofensa. Tendo a possibilidade de ganhar de pé para a mão, ser um vencedor nas provas em que participa, não teve cabeça para o fazer, perdendo títulos em vários possíveis quando ao serviço do clube Benfica. Quando ao serviço do agora clube rival, que equipa de vermelho e branco, o agora técnico dos verde e brancos, perdeu para os azuis e brancos, FC Porto, dois campeonatos que pareciam estar mais do que assegurados. E estando hoje à frente da "melhor equipa" a jogar futebol na Liga Nacional e mais importante, volta a desperdiçar a possibilidade de se tornar ali de novo campeão, em favor do rival, que abandonara para integrar o seu clube de coração. Ora se isto assim aconteceu, e aconteceu mesmo, questionamo-nos como é possível que o mestre do futebol e das tácticas mirabolantes, responsável pela dinâmica e a qualidade de jogo da equipa que conduz, perde dois títulos em tão pouco espaço de tempo ao serviço dos encarnados da Luz e repete tal desastre no cargo de "criador de tácticas e de modelos de jogo que os outros copiam", agora ao serviço dos leões, pensando por cima, julgando-os por baixo. Se considera ele que o Sporting era a melhor equipa e com o futebol jogado mais bonito, tal como o pensava aquando à frente das "águias", deixou em ambos a terrível marca negativa, que é o insucesso indigerível, algo vergonhoso, e de joelhos até, no Benfica, como é que o técnico Jorge Jesus explica e justifica ter perdido tudo, após ter-se apanhado com larga vantagem sobre os seus mais directos perseguidores, e chegar ao fim de mãos a abanar, restando-lhe apenas o verbo afiado? Será só azar, ou um pouco mais do que isso - paleio a mais, verborreia, coisa do ego, incompetência? E não será ainda mau carácter, que não se dá bem com o fracasso, a derrota e demonstra apenas mau perder e má criação, quando se lhe pedia um pouco mais de nobreza? E sendo ele o "criador" por que razão as "cópias" ultrapassam no desfecho, o "original", e recolhem os louros do sucedido com grande alegria e com muita satisfação, deixando no ar para quem quiser apanhar, o comportamento anedótico e ridículo do homem azedado e perdido, à procura da solução numa de fuga em frente, de mãos dadas com o "palmelão" e o patrão de ambos? Responda quem souber. Cá por mim deita-se o "original fora e ficamos com a cópia"!

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