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Linha direta

Nuno Martins
Nuno Martins Redação

Horas decisivas na Luz

No Benfica, vivem-se horas decisivas. Dentro e fora de campo. No capítulo desportivo e no âmbito da Justiça, há desafios que se colocam aos encarnados.

Começando pelo capítulo desportivo, o Benfica joga esta quarta-feira pelo prestígio e pelo dinheiro decorrentes da qualificação para a fase de grupos da Liga dos Campeões. Afinal, são quase 43 milhões de euros que entrarão nos cofres da Luz, em caso de apuramento. O equivalente a uma venda. Ou a uma joia do plantel que não é transferida.

O Benfica entra em campo depois de um traçeiro empate a uma bola, na Luz. Traiçoeiro porque o golo sofrido dá vantagem ao PAOK. Seja como for, na Luz, as águias mostraram ter argumentos para superar a formação grega. Com uma boa dose de respeito pelo adversário, os encarnados terão condições para estar na elite de 32 clubes.

Na Justiça, disputa-se um outro jogo, tão ou mais importante do que aqueles que decorrem entre as quatros linhas. Os processos que envolvem o clube e/ou os seus dirigentes evoluem e, para já, a SAD foi constituída arguida no processo E-toupeira, que já fez arguido o assessor jurídico Paulo Gonçalves.

Provar a inocência é uma tarefa que vai exigir do dirigentes encarnados o mesmo esforço que os jogadores colocam em campo, numa época que se aponta à entrada na fase de grupos da Champions e ao resgate do título de campeão nacional.
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