Ninja Blade confronta mutantes em Tóquio

 

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Esclarecidos quanto ao esforço (?) inventivo de quem escreveu o argumento, deve dizer-se que "Ninja Blade" é um daqueles jogos de acção que podem causar elevada adição. E este não é, obviamente, um pecado.

Ao descartar os tradicionais pontos de "save" e a função  "autosave", o jogo obriga a cumprir cada missão desde que começa até que acaba. Se abandonarmos a meio, a acção não retoma no último "checkpoint", antes nos remete para o princípio. É por isso que exige aplicação, persistência e muita genica - os "bosses" vão piorando em cada fase da missão e podem transformar-se em verdadeiros brutamontes.

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Exibindo grafismo apurado e grandes (em tamanho e qualidade) sequências cinemáticas, "Ninja Blade" foi buscar inspiração a referências do género. O nosso herói percorre paredes na lateral como "Prince of Pérsia", salta, pendura-se e baloiça, corre e também exige atenção e rapidez para os momentos em "quick-time" - pedidos, claro, a "God of War".

Ken, assim se chama o nosso ninja, maneja vários tipos de espadas, mas também pode usar uma metralhadora ou até mostrar aptidões como motard. Visualmente exuberante - Tóquio à noite vista de cima é interessante -, "Ninja Blade" tem alguns momentos em que parece não se levar a sério. O que também é um mérito. Pela acção, grafismo, genica do nosso herói e pela incongruência dos mutantes, aí vai um 16 na nossa classificação de 0 a 20.

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