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Já começámos a jogar um dos títulos mais aguardados do ano
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Crimson Desert chegou ao mercado e com ele a habitual polémica. Ao cabo de poucas horas desde o lançamento, já centenas de pessoas diziam bem e mal do jogo da Pearl Abyss. É o novo normal no universo dos videojogos, onde parece cada vez mais relevante ter uma opinião ao cabo de segundos. Aconteceu com Arc Raiders, aconteceu com Marathon e está a acontecer com Crimson Desert.
Aqui no Record Online, como sabem, ao invés de rios de palavras carregados de um vazio constrangedor, onde se tenta dizer coisas positivas e negativas de uma assentada, preferimos ser diretos e assertivos. É por isso que começamos esta avaliação com uma verdade simples e que é a melhor forma de começar qualquer coisa que esteja relacionada com Crimson Desert – este jogo não é o Red Dead Redemption 2 e não foi criado pela Rockstar Games.
Comparar jogos é algo natural e quase inconsciente para quem passa a vida a jogar. Contudo, cometer a atrocidade de comparar estes dois títulos é falacioso e negativo. Com isto dito, vamos seguir em frente.
Crimson Desert é um portento visual. Um mundo inteiramente criado de raiz e onde todos os detalhes foram acautelados. De resto, é fácil ficar ‘perdido’ pelo meio das montanhas a olhar para o infinito e para a grandiosidade que temos pela frente a cada minuto, especialmente porque este ‘mundo novo’ tem um pulsar peculiar, uma forma de acolher deveras interessante e uma abrangência quase total.
As vilas, as terriolas, as cidades e os acampamentos dão a sensação de serem realmente habitados por uma míriade de pessoas e histórias fantásticas, especialmente porque temos a possibilidade de ouvir as conversas dos NPC’s (que fazem sentido) e interagir com todas elas, seja para pequenas trocas de palavras ou para interações mais alongadas.
E é aqui que encontramos o primeiro detalhe com sabor amargo. Podemos interagir com o padeiro, com o armeiro, podemos ficar a conhecer coisas das suas vidas e entender o seu propósito no mundo. Mas quando passamos para a denominada história principal, tudo fica mais confuso, mais lento e mais enervante. Mas nesta fase ainda estávamos surpreendidos com toda a fauna e flora com as quais podemos interagir, assim como todos os detalhes quase mágicos que nos surgem pela frente.
Sentimos por isso alguma falta de opções no que diz respeito às escolhas que temos pela frente e um universo onde os detalhes são imaculas mas o ‘plano geral’ é difuso, confuso e por vezes aborrecido.
Há quem ande doido com o inventário, com a roda das armas, com a forma como temos de clicar no analógico para fazer determinada coisa. Esse é um problema que não interessa escalpelizar aqui, porque estamos sempre perante os gostos e as vontades de quem analisa.
Preferimos focar na experiência global e ajudar todos a entender se faz sentido um investimento destes nesta fase do ano, sabendo que anda por aí muito jogo a despertar as atenções dos verdadeiros gamers.
E o veredicto é, como habitualmente acontece por estes lados, bastante simples. No mundo atual, onde tudo é mais veloz e freneticamente digital, qualquer pessoa já viu milhares de vídeos, análises e gameplays de tudo o que terá pela frente num jogo como Crimson Desert. Do nosso lado apenas podemos destacar, com a experiência acumulada de décadas, as questões mais pertinentes relativamente a narrativa e desempenho técnico.
E, feitas as contas, Crimson Desert é um jogo enorme, com uma longevidade tremenda e onde podemos efetivamente fazer quase tudo aquilo que desejamos. Há coisas a melhorar, há detalhes deliciosos que devem ser ainda mais explorados e há tempo suficiente para a Pearl Abyss ‘safar’ uma ou outra coisa com uma atualização a tempo e horas. Mas quem gosta de universos vastos e aqueles jogos recheados de bons detalhes para ‘nerds’, não vai querer perder.
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