Os cinco jogos do editor

Testei tudo o que chegou à PS Plus

Ficaram finalmente disponíveis os jogos gratuitos para todos os subscritores do PlayStation Plus. E como habitualmente, embuído do espírito de serviço público, Record Gaming já deu um olho às novidades. Aqui fica uma análise ao estilo "toca e foge", rápida e eficaz. Vejam se concordam...

Little Big Planet 3

É claramente o grande destaque deste mês. Um jogo de superior qualidade, seja a nível de gráficos como de conteúdos. É um jogo claramente direccionado para um público muito jovem e, por isso, se tiver uma criança em casa não perca a oportunidade de o colocar à frente da consola. Um bom conselho do Tio Seixas. É completamente dobrado em português e é um dos bons exemplos de como é possível educar através de videojogos. LBP3 passa bons conselhos, noções de civilidade e respeito pelo próximo, num jogo que nos leva para um mundo de fantasia bem interessante e desafiador intelectualmente. Apesar de ser indicado para os mais pequenos, a verdade é que nos leaderboards mundiais consta muita gente madura. Aqui entre nós que ninguém nos lê, na noite em que o testei sai direitinho da Mansão dos Baker no Resident Evil 7 para o planeta fofinho e "curti" muito mais na segunda paragem.

Not a Hero

Um jogo simples, recheado de sarcasmo e que nos remete para um cenário arcade dos anos 80. Somos uma figuraça que tem como missão varrer tudo aos tiros e deslizar de plataforma em plataforma. Se fosse genial não estava grátis, de qualquer forma dá para passar ali uma bela horinha a disparatar sem grande noção de objectivo. Ficamos entretidos um bocado, mas não aguentamos muito tempo. Como quando tentamos assistir a criquete na televisão...

TorqueL

Sim, o L é mesmo em letra maiúscula, vá-se lá saber porquê. Para mim foi este o grande título desta leva. Um videojogo indie e manifestamente minimalista, onde temos como missão utilizar de forma engenhosa as característica do nosso personagem, que vive preso dentro de uma caixa, apesar de ter mobilidade. Parece confuso e é, mas apenas em termos de conceito. Quando agarramos o comando e entendemos a dinâmica, tudo se torna mais simples e interessante. Indicado para todos os que gostam de quebra-cabeças e puzzles. Se não forem adeptos do género nem vale a pena transferir. Uma excelente surpresa desta lista de fevereiro.

Ninja Senki DX

Os meus amigos da PlayStation não me vão levar a mal, até porque sabem que não facilito nestas coisas. Este nem consegui descarregar. Fiquei-me pelo trailer. Uma espécie de Super Mario dos pobres, naquele registo já muito mastigado do "salta e apanha moedas" e "destrói inimigos de forma simples". Não entrou na minha PS4...

Starwhal

Mais um que, infelizmente, não me encheu as medidas. Parece ter sido criado depois de um brainstorm feito nas Olimpiadas da Erva em Amesterdão. Num cenário de plataformas claramente incentivado por opiáceos, somos um peixe, ou um golfinho, ou um nerval. Bom, somos um bicho que anda na água e que anda às cabeçadas aos cantos do ecrã. Nem percebi bem do que se trata mas não tentei entender.

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Por João Seixas
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