Comité Olímpico não quer jogos violentos

Alerta deixado pelo presidente Thomas Bach

Seguir Autor:

A excitação em torno da possibilidade dos eSports chegarem aos Jogos Olímpicos foi refreada depois das mais recentes declarações de Thomas Bach, Presidente do Comité Olímpico Internacional. Continuam na ordem do dia e estão a ser devidamente analisados, mas não se pense que à vontade é à vontadinha…

"Queremos promover a não discriminação, a não-violência e a paz entre os povos, algo que não acontece com videojogos em que há violência, explosões e mortes. Se alguém está a competir em partidas de futebol ou a jogar outras modalidades de forma virtual, isso é de grande interesse. Esperamos que esses jogadores tenham um desempenho desportivo. Se os fãs, no final, praticassem estes desportos no mundo real, seríamos mais felizes", revelou o dirigente.

Ou seja, o caminho parece estar mais aberto para jogos como FIFA e PES e bem mais apertado para os habituais Counter-Strike, Dota 2, League of Legends, Hearthstone, Overwatch, Heroes of the Storm ou Paladins.

Para mais conteúdos de FIFA, PES e muitos outros videojogos, segue o Rei do Gaming e subscreve:

Facebook - https://www.facebook.com/JoaoTheKingSeixas/  

Twitter - https://twitter.com/Rei_do_Gaming  

Instagram - https://www.instagram.com/reidogaming/  

Twitch - https://www.twitch.tv/rei_do_gaming  

YouTube - https://www.youtube.com/user/JornalRecord  

Blog - https://reidogaming.blogspot.pt/  

Email – reidogaming@gmail.com ou joaoseixas@record.p t

Record Gaming - https://www.facebook.com/RecordGamingPT 

Deixe o seu comentário

Últimas Notícias

Notícias
Newsletters RecordReceba gratuitamente no seu email a Newsletter Geral ver exemplo

Ultimas de e-Sports

Futebolista português exige indemnização por uso "abusivo" da imagem nos videojogos FIFA

A ação deu entrada no Tribunal de Braga, que em setembro de 2021 se julgou "incompetente internacionalmente" para a apreciar e julgar. O futebolista recorreu para a Relação, que confirmou a decisão da primeira instância, e depois para o Supremo Tribunal de Justiça (STJ), que lhe deu razão, determinando o prosseguimento do processo.

Notícias
Notícias Mais Vistas