A vela portuguesa estará representada nos Jogos Olímpicos de Tóquio com cinco velejadores, distribuídos por três embarcações. Jorge Lima/José Costa, dupla da classe 49er, os irmãos Pedro e Diogo Costa, em 470, e Carolina João, em Laser Radial. Record falou com Gustavo Lima, antigo velejador olímpico e detentor de vários títulos internacionais, que se mostrou confiante na obtenção de bons resultados da vela em Tóquio.
"A pouco mais de uma semana para começar a prova, é normal haver uma certa ansiedade, até porque um atleta de alta competição prepara-se para este momento praticamente durante quatro anos, salvo raras exceções, como foi este este caso devido à pandemia. O atleta trabalha para ser o melhor neste momento, neste período de tempo, que é a semana dos Jogos Olímpicos", começou por explicar Gustavo Lima, antes de comentar esta nova geração de velejadores.
"Isto é fruto de um trabalho muito individualizado, com o apoio de diversas entidades. É bom que que apareça malta jovem a andar bem mas também a dada altura tínhamos a expetativa que a única classe qualificável para os Jogos Olímpicos seriam os 49's, ou seja, o meu irmão e o José Costa. E agora, e ainda bem que isso acontece, os irmãos Costa fizeram resultados execionais no Campeonato do Mundo de Vilamoura, e a Carolina João superou as expetativas e qualificou-se com mérito para os Jogos", sublinhou ao nosso jornal.
"Estou à espera de bons resultados. Os Jogos Olímpicos são um momento único em que é necessário os atletas superarem-se. A pressão é um factor que joga contra e é importante as pessoas conseguirem desempenhar o trabalho deles de uma forma positiva e com confiança. Vamos ter três classes diferentes em ação. No caso dos 49's e 470 acho que é possível terem resultados de topo", considerou Gustavo Lima.
"Difícil pensar em medalhas? Não diria. Tendo em conta o número de barcos que vão estar presentes... os irmãos Costa são vice-campeões do Mundo. Talvez eles não assumam o favoritismo, mas eu acredito muito que eles possam fazer um resultado no top-5. Os 49er têm a seu favor a experiência, são uma equipa que trabalham há muito tempo, eu já trabalhei com eles durante algum tempo, e poderão fazer um resultado de top-8, ir para o diploma olímpico, que é bastante exequível. E por fim a Carolina terá outras possibilidades, a classe Laser sempre foi das mais difíceis e complexas, mas também pode fazer um bom resultado. É uma questão de ter alguma sorte e o vento ser favorável para ela", analisou, antes de deixar um conselho à comitiva lusa em Tóquio.
"Conselho que posso dar é que desfrutem ao máximo, porque é um momento único. Vivam e partilhem ao máximo com as famílias e com aqueles que os apoiaram, acho que devem valorizar o facto de serem atletas de elite e estarem presentes num momento mais visto no mundo inteiro, juntamente com o Mundial de futebol. E sejam acima de tudo sérios e profissionais, porque daqui a 15 dias já estão todos em casa e a oportunidade passou. No fundo, agarrem a oportunidade e representem o país com dignidade", finalizou.
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