A morte do Bordéus: do mágico Chalana ao goleador Pauleta

Toni e Paulo Sousa passaram pelo banco

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• Foto: DR

Como acontece em tantos clubes pelo Mundo fora, o cunho português está bem inscrito na história do Bordéus. Foram nove os futebolistas lusos a representar o clube. Tudo começou com Fernando Chalana, no rescaldo de um verão em que o craque do Benfica encantou França durante o Europeu’84 em que a Seleção Nacional chegou às meias-finais. O irreverente Claude Bez, recém-chegado à presidência do clube, convenceu-o a deixar a Luz pela primeira vez para se juntar a um conjunto de mágicos, e figuras imponentes, formado por Tigana, Giresse, Girard, Dieter Müller, Tresór ou Battiston. Foram apenas 18 jogos em três épocas, fruto de várias lesões que o impediram de mostrar todo o seu perfume, mas Chalana fez parte da era dourada dos girondinos - saiu com uma liga, duas taças e uma supertaça - e nunca foi esquecido.

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