Carreiras cruzadas: memória de um tempo diferente
Por muitas décadas não houve exceções e até Eusébio teve de cumprir a recruta. Durante a guerra do Ultramar, muitos tiveram de deixar a carreira em suspenso para combater
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Em tempos, o futebol português e o serviço militar coexistiram sem grande polémica. Ou melhor, sem espaço para discussões. Todos os jovens craques tinham de fazer a sua parte e passar pela obrigação de cumprir a recruta conciliando, quando era possível, a atividade militar com a carreira futebolística. Sobretudo durante o Estado Novo e, de forma ainda mais vincada, na Guerra do Ultramar.