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É figura ímpar no wrestling e um exemplo de tremenda superação
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Chama-se Raquel Lourenço, mas no universo do wrestling é com o nome Killer Kelly que tem conquistado o seu espaço e brilhado forte nos ringues norte-americanos. E o mote desta conversa com o nosso jornal foi o recente documentário, produzido pela Betclic, onde abriu as portas de casa para explicar como é que a menina gordinha, filha de uma Miss Portugal e de um entusiasta da velocidade e irmã de uma popular modelo, decidiu pegar na trouxa e mudar de vida. Um projeto que, confessa, não foi fácil de explicar à família. "Foi muito estranho. Sendo cem por cento honesta, foi algo a que não estou habituada. Sou uma pessoa muito reservada, assim como a minha família. E por isso, ter de pedir permissão ao meu pai para ter dez pessoas em casa, a gravar e a entrevistar toda a gente... Até os meus gatos ficaram aterrorizados nessa fase de gravação. O meu pai não gosta nada de ter pessoas em casa mas depois até achou alguma graça à ideia. E eu também adorei ir ver todas as memórias e recordar os álbuns de fotografias. Foi muito bom", destaca a lutadora de 30 anos.
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