Killer Kelly: como a miúda frágil se tornou heroína

Estrela do ‘Impact’ não esconde todos os desafios pelos quais passou relativos à saúde mental e deixa conselho a quem precisa

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• Foto: Impact Wrestling
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Um dos momentos impactantes do documentário que destaca os feitos de Killer Kelly acontece quando a lutadora recorda que nasceu no seio de uma família onde, como já vimos, o mediatismo e a imagem faziam parte do dia a dia. Com uma mãe e uma irmã que tinham tremendo destaque no universo da moda, Killer Kelly sentia-se a ‘chubby’ da família e admite sem qualquer tipo de reservas que gostaria de ter tido por perto uma figura que a ajudasse a ultrapassar algumas questões relativas ao corpo. "Quando era pequena, adorava ter conhecido alguém que fosse aberto e confortável com a própria pele. Tal como disse que era ‘chubby’, também sou muito aberta relativamente à minha saúde mental e recebo imensas mensagens de pessoas a agradecer. Aliás, já que falamos de saúde mental, no dia em que recebi o meu diagnóstico, fiz um vídeo para partilhar essa informação, precisamente com o objetivo de ajudar outras pessoas, fossem crianças, adolescentes ou adultos que vivem nessa mesma situação mas que têm vergonha ou até medo de dizerem o que sentem", assinala, antes de assumir que sente que tem um papel social a cumprir: "Sinto que o meu dever é mostrar que podem sentir-se confortáveis em procurar ajuda. E acima de tudo em se aceitarem pelo que são. E acho que é importante alguém que tem visibilidade ser transparente e dizer que é normal não nos sentirmos bem."

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