Saúde mental: Toda uma vergonha a perder
Depois de uma longa carreira como jogador profissional, Gouttebarge passou a última década a estudar o impacto que problemas do foro psicológico têm sobre jogadores e foi traçando já algumas conclusões
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"No desporto de elite, e em especial no futebol, não é comum os atletas abrirem-se em relação a este tema, sendo que o estigma existe por dois motivos principais. Por um lado vivemos numa cultura machista que não permite a atletas terem algo que possa ser considerado uma fraqueza. Por outro lado, há o impacto que o ato de falar e assumir o problema pode ter em termos de carreira e no que à assinatura de novos contratos diz respeito". É desta forma que Vincent Gouttebarge, diretor médico da FIFPro (Federação Internacional de Jogadores Profissionais), começa por caracterizar a Record os problemas relacionados com a saúde mental.