Tráfico humano no futebol: Um flagelo sem fronteiras
Tráfico existe à escala mundial e sustenta um mercado paralelo que nem a lei internacional consegue travar. Vítimas são maioritariamente provenientes da América do Sul e de África
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O calendário marca o ano de 2023, mas os casos de tráfico humano que amiúde surgem na agenda mediática poderiam perfeitamente colocar-nos noutro qualquer momento passado. O tempo passa e, não obstante todos os reforços legais que têm vindo a ser implementados nos últimos anos, quer a nível nacional, quer no plano internacional, continuam a descobrir-se escândalos desta índole que chocam o desporto em particular e a sociedade em geral. O mais recente dos quais aconteceu em Portugal - o episódio com a BSports -, mas este não se tratou de um acidente a vulso no panorama global. Pelo contrário.