Ainda sem acreditar no que alcançou, Susana Godinho estava naturalmente bastante satisfeita com a marca alcançada este domingo em Valência, as 2:25.35 horas, que não só são um larguíssimo novo recorde pessoal (bateu-o por 3.21 minutos), como também a colocam já com passaporte garantido para os Jogos Olímpicos de Paris'2024.
"É fantástico. O objetivo era o recorde pessoal, mas fazer os mínimos... ainda não estou em mim. Ainda parece que não é verdade", disse-nos a atleta do RD Águeda, de 31 anos.
Já de volta a Portugal - "porque segunda-feira há que trabalhar" - Susana Godinho assumiu que a prova se fez a um ritmo bem mais rápido do que tinha planeado, mas que tudo foi bem controlado pelo seu 'pacer' de serviço, Hélder Santos, o seu marido, que a acompanhou até aos 33 quilómetros. "O ritmo que tínhamos pensado era mais lento. Mas o Hélder impôs o andamento e foi certinho nisso. E ajudou bastante, para não haver quebras de ritmo."
Poucas vezes se consegue algo deste género, mas a atleta portuguesa fez uma maratona de uma regularidade praticamente perfeita, já que de uma 'meia' para a outra apenas perdeu 1 segundo (1:12:47 e 1:12:48). Muito por culpa do percurso totalmente plano da prova, que obriga a cuidados adicionais.
"Esta maratona é muito rápida. Se não formos cautelosos no início, depois vamos pagar. E a verdade é que senti dores musculares relativamente cedo na prova. Tive o Nacional de corta mato na semana passada e senti que não estava a 100%. Tive algum receio", confessou.
A fechar, Susana Godinho mostrou-se ainda surpreendida e satisfeita ao saber que passou a ser a oitava portuguesa mais rápida de sempre na maratona. "É um orgulho. Nunca pensei fazer uma maratona e à segunda consigo marca para uns Jogos Olímpicos", finalizou.
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A entrevista foi moderada por Record mas conduzida pelo médio formado no Sporting