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O atleta português Pedro Queirós concluiu esta segunda-feira uma das mais difíceis maratonas do mundo, a Maratona do Evereste, uma prova que se inicia a mais de 5.000 metros de altitude. O atleta luso, de 41 anos, acabou a corrida em 7:27 horas, um tempo bem distante daquele que o próprio ambicionava - o objetivo/sonho era lutar pela vitória entre os atletas estrangeiros.
Tudo por causa de um percalço logo nos quilómetros iniciais, que o fez torcer o tornozelo e comprometer toda a sua prova. "Ao quilómetro 7, o azar bateu-me à porta. Ao ultrapassar um grupo de yaks numa descida cheia de pedras, coloquei mal o pé e fiz uma entorse daquelas tipo jogo de ténis que não queremos ver a repetição", descreveu Pedro Queirós nas redes sociais.
Em dificuldades, chegou a ser aconselhado a desistir e ser "evacuado de helicóptero", mas seguiu caminho até à meta, mesmo fazendo 35 quilómetros a caminhar e/ou a "correr alguns quilómetros a saltitar". Pelo caminho, revela, recebeu por parte de um médico norte-americano, que também estava a participar, Voltaren e Ibroprufeno - "acabei por tomar vários. Mais de dez" -, que se revelaram decisivos para que, perto de sete horas e meia depois de ter arrancado, cruzasse a linha de meta "empunhando a bandeira de Portugal".
Na mesma mensagem, em jeito de balanço, Pedro Queirós assume que "não podia ter imaginado uma aventura e teste maior que este" e finaliza com uma celebração... dois dias de atraso. "E acabei de saber que o Benfica foi campeão! Venham as cervejas!"
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