A brutal evolução do recorde mundial feminino da maratona e da recordista Tigst Assefa

Marca da etíope conseguida em Berlim ficaria próximo de valer qualificação masculina de Tóquio'2020

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• Foto: Reuters

Durante quase duas décadas ninguém ousou sequer aproximar-se das 2:15.25 horas de Paula Radcliffe. Aquela marca, conseguida em 13 de abril de 2003, representava uma melhoria de quase 2 minutos para o anterior máximo, detido pela mesma britânica (2:17.18), e de quase três minutos e meio para o anterior registo histórico, da queniana Catherine Ndereba (2:18.47). E enquanto os máximos masculinos foram caindo de forma regular - entre 2002 e 2018 foi batido por oito vezes, passando das 2:05.38 até às 2:01.39 -, o registo feminino ia-se mantendo.

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