PUMA Velocity NITRO 3: versatilidade com uma tração imbatível

A nossa análise ao modelo da marca alemã

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Nos últimos meses poucas marcas evoluíram tanto como a PUMA. Adormecida durante anos, apenas focando a sua atenção na pista e nos saltos, a marca alemã decidiu por altura dos Jogos Olímpicos de Tóquio'2020 entrar no comboio das sapatilhas de estrada. E em boa hora o fez. A norte-americana Molly Seidel foi a grande responsável por esse salto mediático da marca, que nos anos seguintes conseguiu mostrar que tinha voltado para ficar. Lançou modelos de performance, como aquele que levou Samuel Barata ao registo de qualificação olímpica na maratona, mas também reforçou a sua oferta com modelos de uso diário. Como estas Velocity NITRO 3, umas sapatilhas que surgem no mercado com a vontade de se afirmarem como uma opção carregada de versatilidade.

Ao longo de cerca de três semanas, foram elas as nossas companheiras de batalha nos treinos de recuperação de uma maratona e de preparação para uma outra. Por um lado não eram as condições ideais para testá-las, porque nos tirariam as capacidades para espremer em termos de ritmos; por outro até era a altura perfeita, pois iríamos testar a condição de serem uma sapatilha versátil, capaz de servir para recuperação. E, talvez por isso, a nossa primeira sensação em treino foi algo repartida. Achámos quase de imediato que eram um modelo demasiado rígido. Ainda que tivéssemos notado logo uma boa resposta e a sola Puma Grip a responder de forma impressionante.

Se tivéssemos parado por aí a análise, provavelmente este texto seria bem diferente daquele que se segue. Porque, com mais treinos, com mais quilómetros e também com uma condição física algo melhorada, as Velocity NITRO 3 'mudaram'. Aquela rigidez deixou de se sentir. Não sabemos se foi das nossas pernas, se foi das sapatilhas, que precisavam daquele período inicial de adaptação. O que é certo é que, 100 quilómetros depois, a opinião mudou. E para muito melhor.

As Velocity NITRO 3 podem não ser aquelas sapatilhas tão versáteis como umas Novablast (na versão 3), mas são versáteis o suficiente para entrarem no top das melhores do ano. Isso acrescentando algo que não vemos noutras sapatilhas: uma sola com uma tração incrível e que promete muita durabilidade. E isso, pesando todas as variáveis, coloca-as numa posição de topo nesta categoria.


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