Três portugueses concluíram este ano a Maratona do Evereste

José Maria Garcia conseguiu registar o melhor tempo de um atleta luso

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Portugueses completam Maratona do Evereste, prova de alta resistência
Portugueses completam a Maratona do Evereste, prova desafiante no pico mais alto do mundo
Portugueses completam a Maratona do Evereste, prova de resistência no pico mais alto do mundo
Portugueses no campo base do Cho Oyu, a 5364 metros de altitude
Atleta com medalha após a Maratona do Evereste
Atletas portugueses completam a Maratona do Evereste, no Nepal
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Atleta com medalha após a Maratona do Evereste
Atletas portugueses completam a Maratona do Evereste, no Nepal

Dois anos , a Maratona do Evereste voltou a ter presença portuguesa. E a triplicar. José Maria Garcia foi o melhor do trio luso, ao terminar a exigente maratona (com início no Everest Base Camp, a 5.364 metros de altitude) em 7:08:33 horas na 43.ª posição, ao passo que João Mário da Costa foi 94.º (8:33:31) e António Lobo de Vasconcellos 146.º, com 10:10:38 horas. Ao todo concluíram a 200 atletas de um total de 215 inscritos.

José Maria e António tinham a particularidade de serem primos e terem abraçado este desafio juntos, algo que tornou o desafio mais especial. "Esta não é apenas uma maratona, é uma jornada de superação que partilhámos em família", afirmou José Maria Garcia, que passou 11 a caminhar por entre vales, montanhas e glaciares, aclimatizando-se às condições extremas antes da prova. Tiveram o privilégio de passar duas noites no Everest Base Camp, situado no glaciar de Khumbu, uma experiência geralmente reservada a alpinistas.

"Os 11 dias de trekking para aclimatação, o frio extremo, a radiação solar intensa e a altitude implacável tornaram esta prova única e incrivelmente desafiante. Atingir o melhor tempo português é um orgulho enorme, mas partilhar este momento com o meu primo torna tudo ainda mais especial”, assumiu. "Mais do que um feito desportivo individual, foi uma experiência de resiliência e superação pessoal que vivemos juntos. Esperamos que a nossa história inspire outros portugueses a sair da sua zona de conforto e a perseguir os seus sonhos, seja nas montanhas do Nepal ou no seu dia a dia, e que valorizem o apoio da família e dos amigos nos momentos de desafio".

Sobe para 5 o número de portugueses que já concluíram este desafio extremo, que testa a resistência física e mental dos atletas como nenhuma outra corrida, com condições climáticas extremas, ar rarefeito e terrenos traiçoeiros. Além do trio deste ano, terminaram esta prova João Neto (2022) e Pedro Queirós (2023).

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