Bruno Paixão: «Gostava de apitar uma final da Taça»
“Sempre tive muito mais prazer em apitar. Não sei explicar porquê. Lembro-me que quando tinha 13 anos já fazia de fiscal de linha”
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Teve um tio que foi árbitro de futebol nos distritais de Lisboa, há muitos anos, e admite que o bichinho nasceu aí – acabando por ser reforçado, mais tarde, quando teve lugar o Mundial’86 e o seu conterrâneo Carlos Valente foi um dos juízes que brilharam no México. Entre os jogos que é chamado a dirigir e as funções profissionais que desempenha no Departamento de Qualidade e Operações da Eco-Upp, uma empresa na área dos renováveis, Bruno Paixão, de 41 anos, ainda arranja tempo para dar uns ‘pontapés na bola’ com os amigos, num relvado da Moita.