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Depois de dois anos de azar, o polaco volta a partir de sexta-feira a disputar uma prova oficial ao volante de um carro, mas não será na Fórmula 1...
Após dois anos de azar, o polaco Robert Kubica volta, a partir de sexta-feira, a disputar uma prova oficial ao volante de um carro, mas não será na Fórmula 1 e sim no Rali da Grand Canária.
A vida do polaco deu uma volta inesperada a 6 de fevereiro de 2011, quando sofreu um acidente muito grave no Ronde di Andora, em Itália, onde competia apenas por “hobby”, antes de enfrentar a sexta temporada na Fórmula 1.
As lesões afastaram-no da categoria máxima do automobilismo, mas o talentoso piloto não renunciou ao regresso. Apesar de ainda não ter toda a mobilidade na sua mão direita, já subiu a um carro para fazer umas provas no campeonato alemão de turismos (DTM).
No Grand Canaria, Kubica vai enfrentar a sua primeira prova oficial neste retorno, quem sabe um novo passo para um possível regresso à Fórmula 1.
“Estou confiante que posso regressar. Não é apenas um sonho”, disse o polaco numa entrevista publicada na revista britânica “F1 Racing”, na edição de fevereiro.
“De qualquer forma falta-me força no braço, mas se esse fosse o único problema poderia superá-lo com dois meses de treinos”, disse Kubica, que vai completar 29 anos em dezembro.
Entrentanto a Fórmula 1 suspira pelo regresso do piloto católico. “Vemo-nos de novo na pista, Robert”, podia-se ler numa bandeira polaca no circuito de Montmeló, durantes os últimos treinos da pré-temporada.
“O regresso de Robert Kubica é uma possibilidade e só por essa razão deveríamos estar contentes”, assinalou o diretor da revista “F1 Racing”, Anthony Rowlinson.
Eric Boullier, diretor desportivo da Lotus – antiga Renault – onde correu Kubica em 2010, o último ano na Fórmula 1, desejou o melhor ao polaco na sua nova aventura. “Estamos contentes de ouvir que o Robert vai participar no rali e desejamos-lhe todo o êxito. Teve uma grande contribuição para a nossa equipa e fará sempre parte da nossa família”, disse Boullier.
“Sabemos que está muito motivado e que está a enfrentar a sua recuperação com o mesmo entusiasmo que tinha dentro e fora das pistas de Fórmula 1”, finalizou o francês.
Poucos se atrevem a discutir o talento de um piloto que ficou em sétimo, embora tenha sido desclassificado, no seu primeiro Grand Prémio, na Hungria em 2006. O espanhol Fernando Alonso disse uma vez que o piloto polaco tinha sido o mais talentoso que já tinha enfrentado. Nem Michael Schumacher, nem Sebastian Vettel...
O mexicano Esteban Gutiérrez, uma das caras novas da temporada 2013 de Fórmula 1, vê Kubica como um exemplo a seguir. “Sempre foi muito inteligente e rápido, é um dos melhores”, disse Gutiérrez antes do inicio do Mundial.
Kubica subiu ao pódio na sua terceira temporada no Canadá, em 2008, conquistando a única vitória da equipa BMW-Sauber.
Contudo a sua carreira esteve cheia de infortúnios: chocou contra um muro no Canadá em 2007 a 280 km/h e saiu ileso; logo depois sofreu o acidente no Ronde di Andora; e por último, em plena fase de recuperação, escorregou sobre gelo e teve de ser operado ao tornozelo.
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