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Miguel Paixão tem na amizade com Ronaldo o maior troféu da carreira. Aos 31 anos, deixou o futebol para abraçar um novo projeto: ser o rosto do Museu CR7 itinerante, que irá dar a volta ao... planeta
Miguel Paixão tem na amizade com Ronaldo o maior troféu da carreira. Aos 31 anos, deixou o futebol para abraçar um novo projeto: ser o rosto do Museu CR7 itinerante, que irá dar a volta ao... planeta
Orgulho. É a palavra que Miguel Paixão mais utiliza quando fala de Cristiano Ronaldo. Os dois conheceram-se nas camadas jovens do Sporting e criaram uma forte amizade que dura até hoje.
"Tinha 14 anos quando o conheci. Jogávamos juntos, estudávamos no Lumiar e éramos colegas de quarto na Residencial D. José. A amizade foi crescendo e, mesmo quando ele foi para o Man. United, falávamos quase todos os dias", começou por contar Miguel Paixão à Revista Record, explicando porque decidiu deixar o futebol aos 31 anos, depois de na última época ter representado o Oriental: "Oque mais gostava de fazer era jogar futebol, claro, mas as coisas não se proporcionaram da forma que idealizava. Um dia, numa brincadeira durante um jantar, surgiu esta oportunidade e não hesitei. Como nem todas as pessoas podem ir à Madeira ver os troféus e o legado do Cristiano, pensou-se em criar um museu itinerante e aqui estamos."
Feliz com a ‘nova vida’, Miguel Paixão não esconde que a amizade com Ronaldo é o maior troféu da sua carreira. "É um privilégio mostrar às pessoas o outro lado do Cristiano. Acordo sempre com a maior vontade de vir trabalhar e posso dizer que sou tão feliz aqui como ele é no Real Madrid. Por ele vou até ao fim do Mundo!"
Rumo a Madrid
Depois de dois meses em Vilamoura, no Algarve, o Museu CR7 itinerante estará até ao dia 15 no Parque Eduardo VII, em Lisboa, de onde seguirá para Madrid. Depois, está prevista uma estada no Qatar, até chegar à China, onde poderá permanecer durante cerca de um ano.
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