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As ideias retiradas da denominada “apresentação estática” sugerem que há argumentos suficientes para consolidar a carreira do antecessor...
Os familiares compactos (segmento C) continuam a demonstrar especial vitalidade, puxando ao máximo pelos recursos das construtoras de automóveis. O mercado europeu continua a ter particular preferência por este tipo de carro e não espanta por isso que marcas como a Opel olhem com especial carinho para o respetivo representante na categoria. É o caso do Astra, cuja nova geração teve uma primeira apresentação aos jornalistas a meio de julho último.
Neste primeiro contacto com o modelo da Opel não houve oportunidade para impressões de condução. Tal só sucederá mais para a frente no tempo, mas as informações libertadas e as sensações permitidas durante a denominada “apresentação estática” sugerem que o novo Astra tem argumentos mais do que suficientes para prosseguir e consolidar a carreira da geração anterior.
O Astra estreia plataforma inédita na marca e consegue logo valores que merecem referência. Explicando melhor: o carro é mais curto 5 cm do que o antecessor; mede agora 4,37 metros, tem menor distância entre eixos e é também mais baixo.
Estas alterações não prejudicam o espaço interior, que é superior ao “irmão” ainda em comercialização. A proeza foi conseguida através da solução escolhida para os bancos traseiros (ficamos sentados num plano ligeiramente mais baixo), ganhando assim milímetros preciosos na distância para as costas dos bancos dianteiros.
A lógica da diminuição de valores do novo Astra foi ainda aplicada no peso e na escolha das rodas, mais pequenas. Tudo para chegar a 3 vetores essenciais: maior agilidade, mais capacidade de resposta e, naturalmente, menos consumo de combustível.
Comunicar é preciso
O Astra estreia um sistema de informação e entretenimento que, embora mantendo a designação “IntelliLink”, integra novas e promissoras funções. Desde logo pela compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple Car Play, que projetam no ecrã tátil de 8” as funções e aplicações dos “smartphones”. Da navegação através do Google Maps às “apps”, várias são as funcionalidades controláveis no Astra, após simples ligação USB. Uma estreia absoluta é o sistema de ligação e assistência Opel OnStar. No caso de acidente com ativação de “airbag”, o centro de comando do Opel OnStar é alertado e um dos operadores estabelece contacto com o veículo para determinar se é necessário enviar ajuda. O sistema, disponível a partir de setembro, também transforma o Astra num “hotspot” de Wi-Fi 4G LTE, com ligação até sete dispositivos móveis.
Motorizações mais recentes
O Astra recebe as modernas motorizações da Opel e o leque disponível de potências fica entre os 95 e os 200 cv. A maior novidade é o motor gasolina 1.4 Direct Injection Turbo com 145 cv de potência. A entrada nos blocos gasolina fica entregue ao tricilindríco 1.0 litros, com 105 cv e que é servido por caixa manual de 5 velocidades.
Mais elegante
A estética partiu de inspiração no protótipo Monza (revelado em 2013) e procura relevar mais a elegância e menos a ideia de musculatura, destacando-se a solução encontrada para os pilares C – sugerem que o tejadilho está separado da carroçaria. O resultado, positivo, não quebra as ligações ao anterior Astra, mas as diferenças são notórias. Os bancos, os materiais, o desenho do tablier, consola central e painel de instrumentos mereceram atenções especiais.
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