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O Crossback é 30 milímetros mais alto do que o DS4, tem proteções nas cavas das rodas e a própria posição de condução é ligeiramente mais elevada.
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A categoria dos ‘crossover’ continua a seduzir o público do continente europeu e os construtores sabem, todos, que têm de acompanhar a tendência. O número de opções aumentou exponencialmente nos últimos anos mas não há qualquer surpresa nesse esforço das marcas, até de quem chegou recentemente ao mercado como é o caso da DS. À procura de fixar estatuto entre a oferta ‘premium’, o emblema francês que se emancipou à Citroën renovou o DS4 (proposta para o segmento C) e acrescentou-lhe uma declinação: o Crossback.
Em termos práticos, o que este novo modelo propõe é uma interpretação ‘crossover’. O carro partilha a mesma base, as motorizações e a linguagem estilística da berlina ‘irmã’, mas faz a diferença em pontos que sugerem capacidade para pisar outros terrenos que não apenas o asfalto.
O Crossback é 30 milímetros mais alto do que o DS4, tem proteções nas cavas das rodas e a própria posição de condução é ligeiramente mais elevada. Não chega para grandes aventuras, mas é tudo uma questão de... estilo. Urbano e extra-urbano. O desenho da secção traseira também faz a distinção, num conjunto agradável à vista e que se afirma nos interiores e na tecnologia incluída. Principalmente porque os níveis de equipamento são muito completos.
Há escolha entre motores gasolina e diesel – todos conhecidos do grupo PSA Peugeot/Citroën – servidos por caixa manual ou caixa automática. O topo da gama fica a cargo da versão diesel 2.0 HDi com 180 cv, que só em circunstâncias muito particulares conseguirá chegar aos 4,3l/100 quilómetros anunciados para o ciclo misto. Já as respostas e o comportamento fazem justiça à personalidade que a DS criou para o Crossback.
Paulo Renato Soares
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