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É já amanhã que a CMTV começa a transmitir um dos maiores sucessos da Rede Record, o remake da ‘Escrava Isaura’. A protagonista da trama, Bianca Rinaldi, aceitou o desafio de posar para a ‘Revista Record’ e, além de lembrar os momentos em que interpretou a famosa Isaura, falou também sobre a aptidão que tem para a ginástica. Esta telenovela foi "um dos maiores desafios" que teve na carreira e deixou-lhe muitas saudades. "A ‘Escrava Isaura’ colocou-me numa posição muito favorável e desejada para quem está a querer crescer na profissão. Ganhei mais respeito profissional dentro e fora do Brasil", referiu Bianca, de 41 anos, que relembra com um sorriso as gravações. "Os figurinos eram maravilhosos, queria levar todos para casa. Os cenários também eram lindos, o elenco era espectacular, divertíamo-nos imenso a gravar", contou, sublinhando que estas são recordações que vai "levar para sempre". Agora está ansiosa para que a telenovela também seja um grande sucesso na CMTV.
Uma ginasta de topo
Interessou-se por ginástica olímpica aos quatro anos, foi atleta do Paineiras Clube e conquistou diversas medalhas. Mas como é que começou esta paixão de Bianca Rinaldi? "A minha tia tinha de tomar conta de mim, então quando ela ia para para a educação física, eu acompanhava-a. Ficava lá a observar e ia fazendo algumas coisas, até que a professora viu que eu tinha jeito. Um dia o Paineiras Clube foi à escola fazer uma seleção de atletas e eu passei", explicou. Com 14 anos, a atriz conseguiu o primeiro trabalho no Rio de Janeiro e foi aí que abandonou o seu desporto de eleição. "Surgiu uma oportunidade de trabalho e o meu foco começou a ser outro", referiu, dizendo que apesar de ter deixado de lado a modalidade, não deixou de a praticar. "Um atleta nunca pára de praticar. Aliás, se não fizer ginástica fico com o meu corpo dorido. Mal acordo, e antes mesmo de dizer bom dia, vou logo fazer ginástica", revelou. "Hoje ainda faço a estrela, a ponte... Tenho boa flexibilidade", enumerou.
Bianca sabe a importância que o exercício tem quer para a sua aparência, quer para o seu bem-estar emocional. E, por isso, todos os dias vai ao ginásio. "Adoro desporto, sempre gostei. Faz-me bem psicologicamente e, obviamente, também me faz bem ao corpo. Na minha profissão tens de estar bem fisicamente para conseguir bons papeis", explicou. Muai thay, musculação e exercício funcional são outras atividades preferidas da brasileira.
Sofre pela seleção
Confessou que não apoia qualquer clube, apenas torce pela seleção do Brasil. "Tenho admiração pelas equipas que jogam bem e que se esforçam... Que ganham jogos sem dar ‘pernadas’ nos colegas, sem querer marcar golos com falta. Isso empobrece o futebol que é um desporto tão bonito", defendeu. "A América Latina é muito forte no futebol, o Brasil tem futebolistas espetaculares, mas não apoio um clube, apoio a seleção brasileira. Acompanho os jogos e sofro muito", explicou, dizendo que o seu "o maior ícone" do desporto-rei é o Pelé. Lá em casa é a filha, Beatriz, quem se interessa por futebol. "Tenho duas filhas e a Beatriz é fanática por futebol e joga muito bem. Tem uma esquerda impressionante. Ela percebe muito mais do que eu... Sabe quem é o Cristiano Ronaldo e o Neymar e só tem seis anos", concluiu.
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