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É brutal o contraste entre as duas principais cidades chinesas: de um lado Pequim, que preserva o seu património de séculos; do outro Shanghai, que investiu tudo em ser uma cidade muito moderna
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Uma cidade como Shanghai merece ser visitada com tempo. Começando na Old City, a cidade velha cuidadosamente preservada, um pequeno bairro com algumas lojas, templos, edifícios históricos em madeira e comida de rua, partimos à descoberta de uma autêntica cidade do futuro.
Dali, temos uma vista brutal sobre Pudong, o distrito que simboliza a nova China [foto de cima)] Prédios gigantes, entre eles um dos mais altos do Mundo, a Shanghai Tower, com 632 metros; ou a emblemática Torre Pérola Oriental, o colorido edifício da televisão chinesa, integram uma visão panorâmica inesquecível. É possível ainda subir a qualquer das torres para ter uma perceção da dimensão de Shanghai, a maior cidade da China, com nada menos do que 23 milhões de habitantes.
Bairros a visitar
DICAS
» Para entrar na China é obrigatório ter um visto, que deve ser tratado em exclusivo na embaixada de Lisboa. Custa 60 euros e demora quatro dias úteis.
» A rede de transportes é rápida e muito barata. Do aeroporto de Shanghai para o centro, o comboio Maglev atinge 430 km/hora. Para Pequim há um comboio-bala (1.300 km em 3h50).
Onde ficar: Há hotéis para todos os gostos e preços, partindo dos 15 euros e atingindo os 250 por uma noite.
Onde comer: Nada como entrar nos restaurantes típicos na zona da Old City.
Uma viagem, quatro países, 18 dias
Nota Prévia: Por razões pessoais, não foi possível dar continuidade imediata à história da nossa viagem como pretendíamos. Mas estamos de regresso…
Entre outros pontos de interesse, terá oportunidade de ‘viajar’ até Veneza ou Paris. E viver um pouco de uma região na China que já foi nossa
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