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Um dos trunfos do enredo é a sua face simplista, quase banal, em que vemos uma heroína com um poder único
Life is Strange é um jogo de aventura no qual a história é o foco principal. A base está sustentada no poder de Max, uma adolescente que consegue voltar atrás no tempo em certas ocasiões. No entanto, tal poder não lhe permitirá alterar a História a seu bel-prazer e serão as nossas decisões a chave da evolução histórica, com um grande impacto no futuro.
Um dos trunfos do enredo é a sua face simplista, quase banal, em que vemos uma heroína com um poder único, mas que continua a ser uma jovem com todos os problemas psicológicos e sociais da adolescência. Com um interessante leque de personagens, Max destaca-se como uma das personagens principais mais humanas que vimos nos últimos tempos.
Tendo cenários bem conseguidos e alguns puzzles interessantes, este jogo sofre com alguns diálogos menos lógicos, limitados pela imaturidade de alguns jovens personagens e também por um trabalho de vozes que não está ao nível do jogo. Todavia, estes pontos fracos não têm grande impacto perante um enredo em que sentimos o peso das nossas decisões. Com a história dividida em cinco episódios, preparem-se para lamentar algumas escolhas que tomaram. Aliás, seria impossível não mencionar a inteligência de algumas dessas escolhas que iremos enfrentar. O jogo consegue levar-nos a escolhas limite, questionando o próprio jogador sobre o poder que a personagem tem. Até que ponto algum ser humano deverá ter esta capacidade? O enredo, por vezes confuso e com um final que não agradará a todos, levanta várias questões morais, principalmente em relação à sociedade que nos envolve, a forma como os jovens veem os adultos, o que desejam para o futuro e, principalmente, como encaram a própria desilusão e a morte de quem os rodeia. Até que ponto a dor nos modifica?
Max é isso mesmo, uma jovem com um grande poder e que terá de enfrentar o fracasso, a desilusão e a perda. É isto que torna ‘humano’ este jogo e, consequentemente, bom. Não é um jogo para todos e tem algumas falhas que não o deixam estar perto de ser uma obra-prima. Mas também é verdade que poucos jogos se ligam a nós desta forma.
Autor: Luís Pinto
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