O tabaco falsificado ou de contrabando representou 3% do consumo total de cigarros em Portugal em 2023, implicando a perda de 44 milhões de euros de receitas fiscais, segundo um estudo da consultora KPGM encomendado pela multinacional tabaqueira Phillip Morris.
O consumo total de cigarros em Portugal, cerca de 8 mil milhões de unidades, terá diminuído 7% no ano passado, ainda que o aumento de cigarros vendidos ilegalmente, sobretudo tabaco falsificado, tenha sido de 0,9 pontos percentuais superior em relação a 2022, refere o relatório da consultora dos Países Baixos.
Na União Europeia foram consumidos no ano passado 35,2 mil milhões de cigarros falsificados ou de contrabando, representando 8,3% do consumo total, uma redução de 1,7% em comparação com 2022, de acordo com dados do estudo apresentado esta semana em Bruxelas.
Entre os 27 os níveis mais altos de vendas ilegais de cigarros verificam-se na França (33,2%), Irlanda (27,8%) e Grécia (23,7%), segundo o relatório divulgado pela multinacional tabaqueira norte-americana. Os consumos mais baixos de cigarros falsificados e de contrabando – oriundos sobretudo da Ucrânia, Reino Unido e Grécia – registaram-se em Portugal, Espanha, Alemanha, Luxemburgo, Áustria, República Checa e Polónia.
As perdas de receitas fiscais dos países da União Europeia em 2023 ter-se-ão cifrado em 11,6 mil milhões de euros, na estimativa do estudo intitulado "Consumo Ilícito de Cigarros".
O V Inquérito Nacional ao Consumo de Substâncias Psicoativas na População Geral, Portugal 2022, assinalou 31,9% dos inquiridos como consumidores regulares de tabaco de todos os tipos. Entre os inquiridos 51% admitia ter fumado alguma vez na vida, indicava, ainda, o estudo do Centro Interdisciplinar de Ciências Sociais da Universidade Nova de Lisboa para o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências, divulgado em abril deste ano.
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