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Quatro prémios foram extintos

RECORD ao longo dos anos foi criando prémios e extinguindo outros, que considerou não terem, por razões várias, interesse para se manterem. Com efeito, no início da década de 90 três desses troféus deixaram de existir - "Cartões do Nacional", "Guarda-Redes Recordista" e "Golos que Valem Pontos".

No primeiro caso, premiava-se a equipa que fosse admoestada com o menor número de cartões. Esse prémio evoluiu para o "Fair-Play", com a variante de distinguir um jogador e não uma equipa. No segundo caso, o nosso jornal premiava o guarda-redes que conseguisse estar mais minutos consecutivos sem sofrer qualquer golo no campeonato. Neno (V. Guimarães) e Ivkovic (Sporting) foram os vencedores das duas edições.

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O prémio "Golos que Valem Pontos" era, de entre todos, o mais complexo, porque a pontuação era atribuída em função do golo que decidisse o jogo.

Este troféu foi atribuído somente quatro vezes, e os vencedores foram: Chico Faria (Belenenses), Amâncio (Penafiel), Magnusson (Benfica) e Jorge Andrade (Boavista).

O "Prémio Combatividade" teve a curta duração de uma temporada, e sem carácter oficial. Propunha-se eleger a equipa mais combativa.

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