Adérito Lopes quebrou o silêncio sobre a agressão de que foi vítima à porta do teatro A Barraca (Lisboa) por um grupo ultranacionalista de extrema-direita (no qual estavam elementos condenados pelo homicídio de Alcindo Monteiro, há 30 anos), na noite de 10 de junho. Através de um comunicado, o ator afirma ter sofrido "um cruel e brutal ato de violência", mas confia na justiça para resolver o caso.
"No passado dia 10, data em que me preparava para exercer o meu ofício – neste caso, representando a figura maior da nossa literatura, Luís Vaz de Camões –, na minha chegada ao teatro, fui absolutamente surpreendido por um cruel e brutal ato de violência, totalmente gratuito, sem que da minha parte tivesse havido qualquer ação em relação à pessoa do agressor ou em relação a qualquer outra pessoa ali presente", começou por descrever o artista.
No entanto, por não quer "prejudicar a investigação", Adérito Lopes não pretende, por agora, pronunciar-se mais sobre o ataque, o que somente fará "em sede própria". "A minha posição não é motivada por medo, mas pelo facto de entender que é à justiça que cabe resolver este assunto e também por não querer transformar este incidente num trampolim publicitário ou numa oportunidade mediática a favor do agressor e/ou de grupo de que alegadamente fará parte", justificou.
"Entendo que este vil ataque de que fui vítima tem de ser exemplarmente investigado e punido pela justiça, em homenagem a princípios constitucionalmente consagrados, como o do direito à integridade pessoal, aplicáveis a todos os cidadãos do nosso país", conclui o ator, que depois da agressão teve de ser hospitalizado por causa de um corte profundo no rosto, tendo sido suturado com vários pontos.
Em causa estão declarações do autarca sobre a etnia cigana numa assembleia municipal.
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