O oligarca russo Roman Abramovich terá entregado uma carta escrita à mão pelo presidente Zelensky a Vladimir Putin. O bilionário tem servido de enviado pessoal entre os presidentes russo e ucraniano. Porém, segundo o jornal britânico The Times, a resposta de Putin ao pedido de paz de Zelensky foi: "Vamos destruí-los".
Esta troca de correspondência terá acontecido na quarta-feira passada à noite. Abramovich, que também tem a nacionalidade portuguesa, viajou entre Kiev e Moscovo usando um avião privado, registado por uma companhia turca, para evitar as sanções da União Europeia e do Reino Unido, aplicadas ao oligarca.
Os últimos dados sugerem mesmo que Abramovich se encontra na Turquia, onde aliás é esperado esta terça-feira nas negociações de paz. O milionário tem sido usado pelos dois lados do conflito por manter uma boa relação com Kiev e Moscovo.
Foi num encontro privado com Zelensky que o empresário russo recebeu a carta para entregar a Putin. A missiva, escrita à mão, tinha um pedido de paz e as condições ucranianas para alcançar um acordo. A estas linhas Putin respondeu: "Diz-lhe que vamos destruí-los".
Abramovich não confirma a existência desta carta e ter feito de intermediário entre os dois presidentes. Aliás, tem até tentado distanciar-se publicamente de Putin, depois de ter sido sancionado devido à proximidade com o Kremlin. Porém, o Wall Street Journal garante que este mantém os laços entre os dois países, razão pela qual Zelensky terá pedido ao presidente norte-americano para não sancionar Abramovich, devido ao seu papel de intermediário. Facto é que, até ao momento, os EUA ainda não incluir o nome do empresário nas sanções económicas.
O russo foi governador da região de Chukotka durante oito anos. Primeiro vencendo eleições e depois nomeado diretamente por Putin, devido às alterações à lei.
Esta terça-feira, 35 dias depois do início do conflito, voltam as negociações presenciais entre as duas delegações. Mais uma vez, o palco será a Turquia. A Ucrânia mantém que procura um cessar-fogo, mas sem perder território para a Rússia, tendo já concordado com um estatuto de neutralidade militar.
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