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Antidepressivo vendido em Portugal associado a morte súbita e paragens cardíacas

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Jornal britânico revela casos de morte associados a pessoas que consomem o medicamento.

Um antidepressivo vendido em Portugal está a ser associado a problemas cardíacos e mortes súbitas. Chama-se Sertralina e já terão sido relatados pelo menos 14 casos no Reino Unido associado ao medicamento.

Liam Batten é um desses casos relatados pelo jornal britânico The Sun. Aos 24 anos, o jovem morreu depois de tomar o antidepressivo para aliviar a ansiedade e a agorafobia, uma perturbação caracterizada por ataques de pânico quando as pessoas que sofrem desta condição se encontram em espaços abertos ou com muita gente e sintam que não conseguem fugir. 

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Morreu nove dias após o médico de família lhe receitar uma dose maior de Sertralina, estando esse aumento dentro dos níveis recomendados. 

A autópsia revelou que os níveis "elevados" de Setralina no organismo de Liam terão sido fatais. A morte deveu-se ao síndrome de morte repentina.

Sadie Stock, de 28 anos, é outro caso. A mulher estava a tomar Sertralina para tratar da sua depressão pós-parto. Sofreu uma paragem cardíaca quando se encontrava na rua.

A Agência Reguladora dos Medicamentos do Reino Unido admitiu que desde 1990, 164 pessoas morreram após a toma do medicamento. 14 dessas mortes deveram-se a problemas cardíacos.

Os especialistas na área da saúde alertaram, em declarações ao jornal The Sun, para o problema e sublinharam que este não pode ser ignorado.

A Instituição de Caridade Risco Cardíaco nos Jovens aconselhou os jovens com queixas coronárias a não tomarem Sertralina.

Sadie Stock, de 28 anos, é outro caso. A mulher estava a tomar Sertralina para tratar da sua depressão pós-parto. Sofreu uma paragem cardíaca quando se encontrava na rua.

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A Agência Reguladora dos Medicamentos do Reino Unido admitiu que desde 1990, 164 pessoas morreram após a toma do medicamento. 14 dessas mortes deveram-se a problemas cardíacos.

Os especialistas na área da saúde alertaram, em declarações ao jornal The Sun, para o problema e sublinharam que este não pode ser ignorado.

 

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