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Os juros na Zona Euro vão voltar a subir. O Banco Central Europeu (BCE) decidiu esta quinta-feira o décimo aumento consecutivo nas três taxas de referência, dando continuidade à estratégia para tentar travar a inflação.
"A inflação continua a descer, mas ainda se espera que permaneça demasiado elevada durante demasiado tempo. O Conselho do BCE está determinado a assegurar o retorno atempado da inflação ao seu objetivo de médio prazo de 2%. Com vista a reforçar o progresso para o seu objetivo, o Conselho do BCE decidiu hoje aumentar as três taxas de juro diretoras em 25 pontos base", anunciou esta quinta-feira após o encontro dos 26 decisores.
A taxa de juro dos depósitos vai avançar a partir de 20 de setembro para 4% - um novo máximo de sempre -, enquanto a aplicável às operações principais de refinanciamento sobe para 4,5% e a de cedência de liquidez para 4,75%.
O ciclo iniciado em julho de 2022 conta assim com dez subidas consecutivas, num total de 450 pontos base para travar a inflação na Zona Euro que chegou a ultrapassar os 10% em outubro do ano passado. Contudo, está ainda nos 5,3% – muito acima da meta de 2%.
Se até julho Lagarde foi sinalizando o que esperava fazer nos encontros seguintes, no último encontro antes da pausa para o verão, a presidente da autoridade monetária garantiu que tudo ficaria dependente da evolução dos dados económicos. E é agora essa a justificação que dá para a decisão.
"O aumento das taxas de juro hoje decidido reflete a avaliação do Conselho do BCE das perspetivas de inflação, à luz dos dados económicos e financeiros disponíveis, da dinâmica da inflação subjacente e da força da transmissão da política monetária", refere o comunicado da autoridade monetária, que reviu em alta as projeções para a inflação e em baixa para o crescimento económico.
Apesar disso, o banco central liderado por Christine Lagarde sinaliza que poderá ficar por aqui no caminho de subida das taxas de juro. "O Conselho do BCE considera que as taxas de juro diretoras atingiram os níveis que – se forem mantidos durante um período suficientemente longo – darão um contributo substancial para o retorno atempado da inflação ao objetivo".
As futuras decisões "assegurarão" que as taxas de juro diretoras estão em níveis suficientemente restritivos, "durante o tempo que for necessário", garante. "O Conselho do BCE está preparado para ajustar todos os seus instrumentos, no âmbito do seu mandato, com vista a assegurar que a inflação regressa ao seu objetivo de 2% no médio prazo e a preservar o bom funcionamento da transmissão da política monetária", acrescenta.
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