O Benfica prestou homenagem ao realizador António-Pedro Vasconcelos, "um homem da cultura e de benfiquismo devotado e sem limites", que morreu esta quarta-feira aos 84 anos.
"A morte de um dos cineastas portugueses de maior reconhecimento deixa a cultura portuguesa mais pobre", lê-se na nota de pesar publicada pelo Benfica na página oficial.
A família de António-Pedro Vasconcelos revelou que o realizador morreu "esta noite, a poucos dias de completar 85 anos", que celebraria no domingo, 10 de março.
Falando sobre o seu associado, o Benfica elogiou "o posicionamento independente, crítico e apaixonado" do realizador em defesa "do prestígio, da reputação" do clube.
Nascido em Leiria em 10 de março de 1939, António-Pedro Vasconcelos foi realizador, produtor, crítico e professor, tendo estado na fundação do Centro Português de Cinema.
A par do cinema, tendo assinado vários êxitos de bilheteira, como "O lugar do morto" (1984), "Jaime" (1999), "Os imortais" (2003) ou "A Bela e o Paparazzo" (2010), António-Pedro Vasconcelos também foi cronista e comentador televisivo, nomeadamente no programa "Trio d'Ataque", na RTP.
Outro dos campos de intervenção do realizador foi na Associação Peço a Palavra, que dirigiu e através da qual se bateu publicamente contra a privatização da TAP.
"Hoje, mais do que nunca, temos a certeza que o nosso A-PV, que tanto lutou para que todos fôssemos mais justos, mais corretos, mais conscientes, sempre tão sérios e dignos como ele, será sempre um Imortal", escreveu a família em comunicado.
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