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O comentador ultraconservador norte-americano Tucker Carlson afirmou esta quarta-feira que os congressistas foram informados que o Presidente Donald Trump declarará guerra à Venezuela num discurso ao país esta madrugada.
"Os membros do Congresso foram ontem (terça-feira) informados de que está a caminho uma guerra e que o Presidente a anunciará numa declaração à nação esta noite (em Washington)", disse Carlson no seu 'podcast' "Judging Freedom".
Carlson tornou-se uma das vozes mais destacadas da direita norte-americana como apresentador da Fox News, de onde foi despedido em 2023, após o canal ter investigado uma mensagem privada contendo conteúdo racista e violento.
No ano passado, destacou-se por se ter deslocado a Moscovo para uma conversa gravada com o Presidente russo, na qual deu a entender concordar com Vladimir Putin em relação à invasão da Ucrânia em 2022, o maior conflito na Europa desde a 2ª Guerra Mundial.
A intervenção de Trump, a menos de um mês de completar o primeiro ano desde o regresso à Casa Branca, será difundida em horário nobre, às 21:00 de Washington (02:00 de quinta-feira em Lisboa).
"Foi um grande ano para o nosso país, e o melhor ainda está para vir", disse Trump na terça-feira, ao anunciar a intervenção numa mensagem na sua rede social, a Truth Social.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que Trump fará um balanço do seu primeiro ano de mandato e apresentará os seus planos para os próximos três anos.
Espera-se ainda que Trump aborde os seus esforços para reduzir o custo de vida, foco de crescentes críticas dos seus próprios apoiantes, que o acusam de se concentrar mais na política externa do que nos assuntos internos.
O discurso tem lugar em período de crescentes tensões nas Caraíbas, onde o Washington mobilizou uma grande operação militar nos últimos meses sob pretexto de combater o narcotráfico na região.
Os bombardeamentos norte-americanos no sul das Caraíbas e no leste do Pacífico visaram cerca de duas dezenas de embarcações suspeitas de tráfico de droga, resultando na morte de pelo menos 95 tripulantes.
Também na terça-feira, Trump anunciou que os Estados Unidos vão impor um bloqueio "total e completo" a petroleiros sancionados que entram e saem da Venezuela, acusando o regime do Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, de utilizar o petróleo para "se financiar a si próprio, ao tráfico de droga, ao tráfico humano, a assassinatos e raptos".
"A Venezuela está completamente cercada pela maior armada alguma vez reunida na história da América do Sul. Ela só tende a crescer, e o choque para eles será algo sem precedentes --- até que devolvam aos Estados Unidos da América todo o petróleo, terras e outros bens que nos roubaram", frisou.
Trump passou o seu primeiro ano no cargo a reestruturar os laços económicos e de segurança nacional dos Estados Unidos, impondo tarifas aos parceiros comerciais e entrando em conflito com aliados como a União Europeia e a NATO sobre as despesas de defesa e sobre como travar a guerra da Rússia na Ucrânia.
A nível interno, testou os limites do poder executivo, pressionando para uma reestruturação governamental através de reduções de pessoal e cortes no orçamento.
Procurou também cumprir as suas promessas de campanha sobre a imigração, realizando deportações em massa e restringindo as vias legais de entrada no país.
Os seus índices de aprovação desceram em questões-chave, enquanto os indicadores económicos apontam para um crescimento salarial mais lento e para um aumento do custo de vida das famílias, segundo a agência Bloomberg.
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