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Se a média dos rendimentos de Luís Marques Mendes nos últimos dois anos é o seu padrão habitual, o candidato estará disposto a sacrificar uma fortuna para ser Presidente da República - se for eleito receberá cerca de €232 mil anuais brutos a menos do que ganhou em média em 2023 e 2024, ou €1,16 milhões no mandato de cinco anos, valor que não inclui as verbas do comentário na SIC e as conferências.
João Cotrim Figueiredo (o único cujo património está próximo do de Mendes) e Catarina Martins, ambos deputados no Parlamento Europeu, também receberiam menos em Belém. Nada se compara, contudo, a Marques Mendes, cujos rendimentos anuais são os maiores entre todos os candidatos - e os que têm, também, a estrutura mais complexa. A maioria dos candidatos analisados pela 'Sábado' tem vidas financeiras folgadas e tendencialmente simples, com estilos muito diferentes de poupança: do mais exposto ao risco (Cotrim) ao ultraconservador (André Ventura, que tem tudo em depósitos).
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